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Três anos de uma grande tragédia no Rio doce

31/10/2018

Por Alenice Baeta e Henrique Piló

Sobre uma arqueologia do Esquecimento e dos Direitos ao Patrimônio Cultural

Imagem 1- Muro de pedra em localidade atingida pela lama e rejeito. Paracatu de Baixo. Foto: H. Piló, 2017.

 

Será abordado nesta matéria o tema patrimônio arqueológico, que já não parece pouco, tendo em vista o grande potencial cultural do vale do rio Doce… onde serão enfatizados os aspectos legais, teóricos, a diversidade e a importância do patrimônio arqueológico e o simbolismo dos bens materiais das localidades atingidas pela Tragédia[1] ou Desastre Tecnológico[2] decorrente do rompimento da barragem de Fundão no vale do rio   Gualaxo do Norte- cujo rejeito adentrou o vale do rio Doce, atingindo o litoral, também os impactando severamente.

A nossa pesquisa original (com muitos mais dados e imagens) levantou fontes processuais, primárias e secundárias que permitiu construir interpretações objetivas sobre o tema, seu contexto e questões metodológicas, propondo recomendações e algumas reflexões a respeito. Foram ainda produzidas pela equipe bases cartográficas que permitiram identificar eventuais estruturas arqueológicas em localidades degradadas no vale do rio Gualaxo do Norte, além da indicação de vestígios atingidos pela lama, a partir de identificações trabalhos de campo. Visando apresentar o contexto e a política patrimonial vigente referente aos bens arqueológicos nos quais nossas análises se ancoram, seguem os principais suportes legais e normativos.

 

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[2] Arqueólogos e Historiadores (Artefactto Consultoria)