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Agricultura familiar aposta na agroecologia
Nova tecnologia socorre pequeno produtor rural
12/01/2012

Uma nova tecnologia agrícola e ecológica, que começou a ser utilizada desde o meio do ano passado no Distrito Federal, está transformando a vida de aproximadamente 170 famílias de pequenos agricultores da Bacia do São Bartolomeu, na cidade de São Sebastião. Conhecido como Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (Pais), o programa tem como intuito garantir o sustento digno e saudável e o aumento da renda dos agricultores familiares com a venda de excedentes produtivos e preservar o meio ambiente.

Tem sido tão bem sucedido que, em dezembro passado, foi objeto de um protocolo de compromisso para que seja fortalecido na região, assinado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) – por meio da Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF), da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), da Fundação Banco do Brasil (FBB) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

“O Pais é uma forma de introduzir a agricultura agroecológica, incentivando a diversificação da produção e evitando desperdício de alimentos, água, energia e tempo”, explica o presidente da Emater-DF, José Guilherme Tollstadius Leal. As regras para participar do programa são simples: respeitar a vida, a natureza, os hábitos e costumes da população e, sobretudo, a sustentabilidade das comunidades com menor poder de consumo.

O programa funciona da seguinte forma: cada uma das 170 unidades existentes no DF, conhecidas como Kit-Pais, funciona com um viveiro de animais no centro do sistema, que normalmente é um galinheiro, mas que também pode ser um chiqueiro. Em volta, como em ondas de canteiros circulares crescentes, são cultivadas variedades de hortaliças e plantas aromáticas. Além disso, o programa conta com um quintal agroecológico e um conjunto de dispositivos para irrigação.

O pacote básico inicial possui sementes, dez galinhas e um galo para cada família. Oferece também caixa d´água, bomba e mangueira para irrigação por gotejamento, adubo orgânico e calcário, além das orientações para manejo do sistema e comercialização de excedentes – que são fornecidas pelo grupo de instituições, cada uma delas responsável por uma área diferente. Os recursos financeiros investidos anualmente em cada kit possuem custo aproximado de R$ 9 mil e são bancados pelas instituições participantes.

Além disso, o Pais permite um intercâmbio integrado entre produção animal e vegetal. Restos da horta não utilizados para consumo humano, como folhas queimadas, raízes, talos e sabugo de milho, por exemplo, são utilizados na alimentação dos animais. E os dejetos fisiológicos dos animais, como o esterco, são utilizados como adubo na plantação.

O engenheiro agrônomo da Emater-DF Luiz Márcio Ueno explica que esses pequenos agricultores assentados na Bacia do São Bartolomeu já exploravam a terra há algum tempo, mas viviam com dificuldades. “Eles não conseguiam produzir nem para o próprio sustento. Com a nova tecnologia, aprenderam a utilizar melhor recursos como terra, água e trabalho. Em pouco tempo,  obtiveram ótimos resultados, tanto em suas próprias alimentações como na venda de excedentes produtivos, porque o ciclo de produção das hortaliças é muito rápido”, esclarece.



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Fonte: http://www.notibras.com.br


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