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16/05/2013
2º Seminário Regional de Saúde Mental Indígena - Brasília‏


08/05/2013
X Edición del Festival de Cine y Derechos Humanos de Barcelona


08/05/2013
Encontro sobre a conjuntura Quilombola












Mais um integrante da comunidade de Y’poi é barbaramente assassinado
Ontem (27/09), por volta da 19h, Teodoro Ricardi, 25, ao retornar da cidade de Paranhos para a comunidade de Y’poi, foi barbaramente atacado e espancado por homens.
28/09/2011

Encontrado pelos familiares, Teodoro foi levado para sua casa no acampamento Y’poi, onde morava com sua esposa e cinco filhos. Algumas horas, depois não resistindo ao ferimentos, veio a falecer.

Os familiares que encontraram Teodoro afirmam que chegaram a tempo de ver os agressores e reconheceram que se tratava de pistoleiros, que diariamente fazem cerco à comunidade da então chamada fazenda São Luiz, em Paranhos.

Y’poi: tortura, desaparecimento e assassinatos

Teodoro Ricardi era primo de Genilvado Vera e Rolindo Vera, professores assassinados em agosto de 2009. O corpo de Genilvado foi encontrado dez dias depois no riacho Y’poi, com marcas da tortura que sofreu antes ser morto. Já o corpo do professor Rolindo Vera até hoje não foi encontrado.

Os familiares de Genivaldo e Rolindo Vera retornaram em agosto de 2010 para seu Tekoha Y’poi, motivados principalmente pela busca do corpo de Rolindo.

Segundo o próprio fazendeiro, em depoimento à Justiça, os Guaranis Nhandeva de Y’poi foram expulso há mais de 28 anos de seu Tekoha, quando estes “trabalhavam” para o seu pai.

Em novembro de 2010, a justiça permitiu a permanência da comunidade em seu Tekoha até que a Funai conclua os estudos de identificação das terras Kaiowá Guarani, previsto no TAC. No entanto, a comunidade é obrigada a conviver diariamente com pistoleiros que a cercam e com o isolamento, já que somente a Funai e a Sesai podem entrar na área, o que vezes é sujeita a vontade do fazendeiro.



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Fonte: Informação da CPT/MS. Enviada por Darmárci para a lista superiorindigena.


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